07
2010
03
2010
O metro quadrado mais valioso do marketing
Conquistar um espaço na tela do computador ou do celular do consumidor é ocupar hoje talvez o lugar o mais valioso que existe para uma marca.
Por George Stein
Onde fica o metro quadrado mais caro do mundo? Se você disse Mônaco, acertou na mosca. Mônaco, seguido de Londres e Nova York (Manhattan), possuem os espaços mais valorizados do planeta. Ser dono mesmo que seja de uma kitinete nesses locais representa a conquista de um pedaço de terra cobiçado por muitos e alcançado por poucos.
Pegando a trena e medindo um paralelo entre o mercado imobiliário e o mundo do marketing, existe também um lugar cada dia mais desejado pelas marcas, difícil de conquistar e de extremo valor: o desktop do consumidor seja do seu computador ou do seu celular.
Colocar uma marca lá através de um simples aplicativo representa todo um trabalho de comunicação feito com inteligência, afinal ninguém obriga ninguém a instalar nada. Não é algo imposto como um comercial durante seu programa preferido, um anúncio no meio da sua revista semanal ou um banner no meio do site de notícias.
Muito pelo contrário. É o próprio consumidor que deseja a marca morando ali. Fazer com que ele disponha de tempo e vontade para fazer o download e instalar seja lá o que for, representa que a marca foi além de conquistar um espaço na sua mente. Ela conquistou um lugar no aparelho que hoje o acompanha boa parte do dia, para não dizer 24 horas.
Muitas marcas já brigaram e brigam todos os dias para ocupar a minha tela de 15 polegadas ou ainda os poucos centímetros quadrados do meu iPhone.
Conquistaram seu espaço a Red Bull, com um aplicativo que mede a carga da bateria; a Absolut, com suas receitas originais; a Revista Trip, com suas interessantes matérias; e a Audi, com seu divertido joguinho, entre outras. Qual foi o segredo para elas estarem ali? Nenhum, a não ser criatividade, identificação e relevância. De uma forma ou de outra, o que essas marcas fazem ou comunicam tem algo que combina comigo.
Obviamente, uma marca famosa e consagrada leva vantagem na hora de ocupar um desktop. Afinal, ela já faz um trabalho de longa data para criar consumidores identificados com sua mensagem e dispostos a carregar parte disso consigo. Mas para marcas não tão top of mind isso não é impossível, pois como eu falei, se for relevante ou provocar algum tipo de identificação, tem chance de ocupar um pedacinho de terra. Quer dizer, de tela.
Um bom corretor, ou melhor, um bom publicitário, vai cada vez mais entender e encontrar essa relevância, o reason why pelo qual o consumidor teria vontade de colocar uma marca ocupando o espaço restrito do seu monitor. Pode ser algo totalmente útil, como matérias jornalísticas atualizadas, ou totalmente inútil, como uma medidor de bateria na forma de latinha.
No meu monitor, os terrenos estão praticamente todos ocupados. Mas, é claro, sempre vai ter espaço para boas ideias. [Webinsider]
03
2010
O valor de marca é tangível ou intangível?
Como calcular em dólares o valor de uma marca? Existem empresas conceituadas que fazem este trabalho a partir de um cálculo base e indicadores próprios, com resultados muitas vezes divergentes.
A marca vem ganhando cada vez mais valor como patrimônio empresarial, principalmente por estar se tornando um ativo financeiro das empresas; ou seja, está deixando de ser intangível e se tornando tangível, mensurável em valor monetário.
Mas o quanto tangível são estes valores de marca?
Existem inúmeras empresas conceituadas que auditam e calculam o valor de marcas. Estas empresas partem de um cálculo base, padrão para todas, e apenas possuem alguns indicadores próprios que as diferenciam. Mas como estes indicadores próprios podem apresentar tanta divergência nos resultados de uma empresa para outra?
Essa diferença é tanta que uma marca pode aparecer como a mais valiosa no ranking de uma empresa e nem figurar entre as 10 mais valiosas de outra empresa. Mas, mesmo que a diferença seja de algumas posições no ranking, estamos falando de muito dinheiro. Onde foram para estes bilhões de dólares entre um cálculo e outro?
Desta forma fica difícil empresas escolherem este tipo de auditoria para avaliarem suas marcas quando houver necessidade de alguma negociação e, principalmente, entender que o valor de marca está se tornando um aspecto tangível.
Enquanto não houver um conselho que regulamente e fiscalize este tipo de cálculo teremos que conviver com a pergunta que não quer calar: qual a marca mais valiosa do mundo? Google ou Coca-Cola? [Webinsider]
19
2009
Lançamento: Blister Embalagem para Ovos
Lançado no início de Fevereiro, este site da empresa Blister Embalagens visa divulgar seu novo seguimento de produtos: embalagens plásticas para armazenamento de ovos.
Com a maior linha de embalagens plásticas para ovos do Brasil, a Blister apresenta seus produtos de forma dinâmica e muito funcional neste site. Com um layout clean buscamos facilitar o acesso as informações para o visitante que na sua maioria são os próprios produtores.
A primeira etapa do projeto foi finalizada com o lançamento do site, agora iniciamos sua segunda fase com o desenvolvimento do sistema online de serviços, em que o cliente cadastrado terá acesso ao Status de Entrega dos produtos solicitados, bem como acesso à solicitação de novos pedidos.
Acesse o site: www.embalagemparaovos.com.br e conheça mais este trabalho desenvolvido pela Fórmula Ideal.
Criação e Layout: Daniel Oliveira e Hugo Moreira
Programação: Leandro Jesus
INSPIRE NOVAS IDEIAS!
13
2009
Lançamento: Site Restaurante Don Mare
Nesta sexta-feira inauguramos o site do Restaurante Don Mare!
Viajando pelo site você terá acesso a todo o cardápio, carta de vinhos e bebidas além de conhecer a história e a infra-estrutura do restaurante.
De muito bom gosto, o design do site foi inspirado na junção de duas culturas: mediterranea e oriental.
Conheça o site www.donmare.com.br e inspire novas idéias!
Criação e Layout: Daniel Oliveira e Hugo Moreira
Programação: Leandro Jesus
09
2009
O QUE É UMA MARCA?
Marca é todo sinal distintivo, viusalmente perceptível, que indica e distingue produtos e serviços de procedência diversa, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas e especificações.
A marca é considerada o maior patrimônio que uma empresa possui. Para ter a propriedade da marca é necessário fazer o pedido de registro junto ao INPI. O registro da marca é federal, portanto garante seu uso exclusivo em todo o território nacional em seu ramo de atividade econômica, gerando direitos ao titular que a explora. O sistema de registro de marcas adotado no Brasil é atributivo de direito, ou seja, sua propriedade e o seu uso exclusivo só são adquiridos pelo registro. A validade do registro é de dez anos, contados a partir da data da concessão, podendo ser prorrogado por períodos iguais e sucessivos.
06
2009
O papel do jogador e o papel do torcedor

O jogador se prepara durante anos. Atravessa cada etapa do desenvolvimento do seu físico e das suas habilidades, sempre preocupado em superar-se. No início da carreira, o jogador sabe o lugar dele. Ele tem conhecimento do caminho que precisa percorrer sem perder o foco, se um dia quiser ter sucesso.
Mesmo que seja escalado, o jogador sabe que nem sempre ele vai entrar em campo. Ele sabe que a hora certa de entrar vai chegar um dia, mas não se acomoda por isso. Mesmo na incerteza de entrar no jogo, ele está sempre preparado para encarar a partida a qualquer momento.
O jogador sabe que a sorte é o nome daquela esquina onde acontece o encontro da preparação com a oportunidade. Quando o jogador sai do banco e entra em campo, ele sabe que é tudo ou nada, que tem que dar o melhor de si. Quando tenta jogar sozinho, o jogador sabe que não é capaz de atingir grandes resultados. Ele pode até ter um ou outro lance favorável. Mas ele sabe que depende da equipe para atingir um objetivo comum. E nem sempre é isso que acontece.
Quando o time do jogador perde, é preciso reconhecer a falha, aonde o adversário encontrou brecha. E a partir destes pontos fracos, começa um novo trabalho de aperfeiçoamento. Mais treino. Mais preparação. Mais testes. Até que chega a hora de encarar uma nova partida. O jogador sabe que pode virar o jogo. E que essa virada depende de várias circunstâncias, entre elas a sua própria capacidade. Grande parte do jogo depende dele, não importando em qual posição joga.
E quando o jogador entra em sinergia com os colegas, o talento se multiplica. E um jogo aparentemente perdido pode ser revertido. O jogador corre, pula, cai, levanta, leva chute, discute, se machuca, se cansa… mas é dele, somente dele a responsabilidade pelo resultado do jogo.
O torcedor chega, senta e espera a partida começar. Então ele grita, xinga o time adversário, o juiz, a mãe do juiz, briga com o cara ao lado, fica rouco. O torcedor é muito mais barulhento que o jogador e interfere muito pouco, ou quase nada, no resultado do jogo. A sua felicidade depende do que acontece ali no campo, onde ele não possui domínio algum. Sua felicidade é delegada ao jogador.
Agora, imagine que a sua vida é o jogo. Como você tem encarado a partida: como jogador ou como torcedor?
Fonte: WEBINSIDER
Autor:Eduardo Zugaib
06
2009
O gênio da lâmpada e a comunicação dirigida

A era da comunicação de massa já era.
Basta ver que termos como “horário nobre” perderam toda a sua nobreza com a evolução das mídias fragmentadas – como internet e celular – em que as pessoas são impactadas a qualquer hora, de qualquer lugar. Assim, o “um por todos” cada vez mais dará lugar ao “todos por um”, fazendo com que ações “focais” se tornem – em tempos de crise – tão importantes quanto as virais. E muito mais rentáveis.
Afinal, o poder passou de uma vez por todas para as mãos do consumidor, cada vez menos receptivo às publicidades “tradicionais”. Ele agora quer interagir com a mensagem, alterar o conteúdo, fazer sua própria versão e convidar os amigos para ver o resultado. Deixou de ser apenas um número nos relatórios de audiência para ter nome e endereço completos. E sentindo sua importância crescer, muitas vezes ousa até desafiar as próprias marcas.
Fico imaginando, por exemplo, como seria a receptividade ao gênio da lâmpada nos dias de hoje. O “consumidor moderno” provavelmente duvidaria bastante da tal mega oferta dos três pedidos. E, principalmente, teria uma imensa dificuldade para engolir aquele discurso genérico padrão – já que, hoje em dia, cada consumidor pode responder aos estímulos de uma forma diferente.
Acho que seria mais ou menos assim:
1. O desafiador
- Nossa, é o que eu estou pensando? Deixa eu esfregar esse troço pra ver se…
- Ó meu amo! Obrigado por me libertar!
- Não acredito! É o gênio da lâmpada!!!
- Eu mesmo, ó meu novo senhor! E em retribuição por ter me libertado de séculos de sofrimento, concedo-lhe o direito de fazer três pedidos, ó meu amo.
- Jura? De verdade???
- Sim, ó meu novo amo e senhor.
- Então, antes de mais nada, me esclarece uma dúvida: por que te chamam de “gênio da lâmpada” se esse troço de onde você sai não tem nada a ver com uma lâmpada?
- Bom, ó meu amo e senhor… na época em que fui aprisionado, ainda iluminavam os cômodos dos palácios com recipientes assim cheios de óleo incandescente…
- Sorte sua: com essa barriguinha aí, você ia sofrer muito mais pra entrar em uma lâmpada incandescente dos dias de hoje… Isso se não te obrigassem a entrar em uma fluorescente…
- Mas, graças ao meu novo amo e senhor, eu…
- Primeiro pedido: para de me chamar assim. Pode ser?
- Pedido concedido, ó meu… brou.
- Isso, bem melhor assim. Agora me esclarece uma outra dúvida: e se eu pedir algo impossível de ser realizado?
- Eu farei o possível e o impossível para poder lhe retribuir o favor, ó meu nego.
- E se for um pedido que você não pode realizar de jeito nenhum?
- Eu posso realizar qualquer pedido, ó meu chapa.
- Ah é?
- Hum-hum.
- Então agora eu quero ver: desejo saber quantos anos tem a Glória Maria.
2. O capitalista
- Três desejos? Posso pedir qualquer coisa, né?
- Sim, ó meu novo amo e senhor.
- Então vamos lá, sem perder tempo. Pedido nº 1: quero que o meu número de pedidos seja multiplicado por 1 milhão.
- Mas, meu amo… Apesar de ser eternamente grato ao senhor, poderei realizar somente três deles…
- Tudo bem, sem problemas. Realiza esse meu desejo então?
- Desejo realizado, ó meu novo amo e senhor.
- Perfeito. Pedido nº 2: quero que todos os meus pedidos sejam realizados em dobro.
- Mas, meu amo… não sei se…
- Não pode qualquer coisa? Não é isso que tá no contrato?
- Sim meu amo, mas…
- Então, não tem o que discutir. Pode realizar, senão te processo.
- Está certo. Desejo realizado, ó meu novo amo e senhor.
- Falta mais um, né? Vamos lá: desejo que, a partir de hoje, eu passe a ocupar o seu lugar.
- Mas, meu amo… aí o que seria de mim?
- Não se preocupe. Você passa a trabalhar como meu assistente e, em troca, te dou 10% dos pedidos realizados. Fechado?
3. O economista
- Só três pedidos?
- Sim, ó meu novo amo e senhor.
- Eu não posso parcelar em mais vezes?
- Creio que não, ó meu novo amo e senhor.
- Mas quando esse valor vai ser reajustado?
- Temo que não haverá reajustes, ó meu novo amo e senhor.
- Hmmm, entendi… Política de contenção de gastos, né?
- Mas o senhor pode pedir o que quiser, e farei de tudo para realizar qualquer um de seus desejos, ó meu novo amo e senhor.
- Então posso gastar só um pedido agora e guardar os outros dois?
- Bom, geralmente eu costumo realizar todos os pedidos de uma vez só, ó meu novo amo e senhor…
- Mas eu preferia estudar melhor o mercado de desejos antes… Analisar todos os riscos com calma, e fazer um estudo mais apurado, sabe? É que você me pegou meio desprevenido…
- Tudo bem, ó meu novo amo e senhor. Se esse é o seu desejo, assim será: faça um pedido agora e realizarei os outros dois quando o senhor assim desejar.
- Legal! Posso pedir?
- Sim, ó meu novo amo e senhor.
- Desejo passar um dia dentro da cabeça do Barack Obama.
4. O desconfiado
- Por que três pedidos? O que eu fiz pra merecer isso?
- Me libertou de uma maldição que me obrigou a passar séculos preso dentro dessa lâmpada, ó meu novo amo e senhor.
- Lâmpada? Que lâmpada? Eu só dei uma chacoalhadinha nesse suporte de molho de salada para ver se ele ainda tava cheio…
- Mas esse seu gesto acabou com minha interminável agonia, e agora me sinto obrigado a retribuí-lo, ó meu novo amo e senhor.
- Que papinho mais estranho esse, hein? Me chamando de “amo”, querendo me agradar…O que você tá querendo em troca, hein?
- Não quero nada. Quero apenas realizar três dos seus desejos como forma de gratidão por ter me livrado dessa maldição, ó meu novo amo e senhor.
- Isso tá me cheirando a golpe… Quando a esmola é muita…
- O que eu posso fazer para provar que desejo apenas gratificá-lo, ó meu novo amo e senhor?
- Você jura POR DEUS que não vai pedir nada em troca? Jura?
- Posso jurar por Alá, ó meu novo amo e senhor.
- Então ajoelha aqui na minha frente e jura.
- Mas, meu amo… eu não tenho pernas…
- Sabia! Impostor sempre tem umas desculpinhas esfarrapadas.
5. O sádico
- Ó meu novo amo e senhor! Em retribuição por ter me libertado de uma maldição que me condenara a séculos de sofrimento, concedo-lhe o direito de realizar três desejos.
- Três? Precisa não. Um só já é suficiente.
- Como quiser, meu novo amo e senhor. E qual seria esse desejo?
- Quero que você volte lá pra dentro.
6. A masoquista
- Ó minha nova ama e senhora! Em retribuição por ter me libertado de séculos de aprisionamento, concedo-lhe o direito de realizar três desejos.
- Muito obrigada querido, mas só quero uma coisinha simples…
- Assim como desejar, ó minha nova ama e senhora. E qual seria esse único pedido?
- Me bate!
Ou seja, brincadeiras à parte, a marca que não fizer comunicações dirigidas para cada um de seus públicos estará condenada à pior das maldições: ficar esquecida para sempre.
E não precisa ser nenhum gênio para chegar a essa conclusão.
Fonte: webinsider
Autor: Eco Moliterno