fev
19
2009
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Lançamento: Blister Embalagem para Ovos

Lançado no início de Fevereiro, este site da empresa Blister Embalagens visa divulgar seu novo seguimento de produtos: embalagens plásticas para armazenamento de ovos.

Com a maior linha de embalagens plásticas para ovos do Brasil, a Blister apresenta seus produtos de forma dinâmica e muito funcional neste site. Com um layout clean buscamos facilitar o acesso as informações para o visitante que na sua maioria são os próprios produtores.

A primeira etapa do projeto foi finalizada com o lançamento do site, agora iniciamos sua segunda fase com o desenvolvimento do sistema online de serviços, em que o cliente cadastrado terá acesso ao Status de Entrega dos produtos solicitados, bem como acesso à solicitação de novos pedidos.

Acesse o site: www.embalagemparaovos.com.br e conheça mais este trabalho desenvolvido pela Fórmula Ideal.

Criação e Layout: Daniel Oliveira e Hugo Moreira
Programação: Leandro Jesus

INSPIRE NOVAS IDEIAS!

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fev
13
2009
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Lançamento: Site Restaurante Don Mare

Nesta sexta-feira inauguramos o site do Restaurante Don Mare!

Viajando pelo site você terá acesso a todo o cardápio, carta de vinhos e bebidas além de conhecer a história e a infra-estrutura do restaurante.
De muito bom gosto, o design do site foi inspirado na junção de duas culturas: mediterranea e oriental.

Conheça o site www.donmare.com.br e inspire novas idéias!

Criação e Layout: Daniel Oliveira e Hugo Moreira
Programação: Leandro Jesus

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fev
09
2009
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O QUE É UMA MARCA?

Marca é todo sinal distintivo, viusalmente perceptível, que indica e distingue produtos e serviços de procedência diversa, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas e especificações.

A marca é considerada o maior patrimônio que uma empresa possui. Para ter a propriedade da marca é necessário fazer o pedido de registro junto ao INPI. O registro da marca é federal, portanto garante seu uso exclusivo em todo o território nacional em seu ramo de atividade econômica, gerando direitos ao titular que a explora. O sistema de registro de marcas adotado no Brasil é atributivo de direito, ou seja, sua propriedade e o seu uso exclusivo só são adquiridos pelo registro. A validade do registro é de dez anos, contados a partir da data da concessão, podendo ser prorrogado por períodos iguais e sucessivos.

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fev
06
2009
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O papel do jogador e o papel do torcedor


O jogador se prepara durante anos. Atravessa cada etapa do desenvolvimento do seu físico e das suas habilidades, sempre preocupado em superar-se. No início da carreira, o jogador sabe o lugar dele. Ele tem conhecimento do caminho que precisa percorrer sem perder o foco, se um dia quiser ter sucesso.

Mesmo que seja escalado, o jogador sabe que nem sempre ele vai entrar em campo. Ele sabe que a hora certa de entrar vai chegar um dia, mas não se acomoda por isso. Mesmo na incerteza de entrar no jogo, ele está sempre preparado para encarar a partida a qualquer momento.

O jogador sabe que a sorte é o nome daquela esquina onde acontece o encontro da preparação com a oportunidade. Quando o jogador sai do banco e entra em campo, ele sabe que é tudo ou nada, que tem que dar o melhor de si. Quando tenta jogar sozinho, o jogador sabe que não é capaz de atingir grandes resultados. Ele pode até ter um ou outro lance favorável. Mas ele sabe que depende da equipe para atingir um objetivo comum. E nem sempre é isso que acontece.

Quando o time do jogador perde, é preciso reconhecer a falha, aonde o adversário encontrou brecha. E a partir destes pontos fracos, começa um novo trabalho de aperfeiçoamento. Mais treino. Mais preparação. Mais testes. Até que chega a hora de encarar uma nova partida. O jogador sabe que pode virar o jogo. E que essa virada depende de várias circunstâncias, entre elas a sua própria capacidade. Grande parte do jogo depende dele, não importando em qual posição joga.

E quando o jogador entra em sinergia com os colegas, o talento se multiplica. E um jogo aparentemente perdido pode ser revertido. O jogador corre, pula, cai, levanta, leva chute, discute, se machuca, se cansa… mas é dele, somente dele a responsabilidade pelo resultado do jogo.

O torcedor chega, senta e espera a partida começar. Então ele grita, xinga o time adversário, o juiz, a mãe do juiz, briga com o cara ao lado, fica rouco. O torcedor é muito mais barulhento que o jogador e interfere muito pouco, ou quase nada, no resultado do jogo. A sua felicidade depende do que acontece ali no campo, onde ele não possui domínio algum. Sua felicidade é delegada ao jogador.

Agora, imagine que a sua vida é o jogo. Como você tem encarado a partida: como jogador ou como torcedor?

Fonte: WEBINSIDER
Autor:Eduardo Zugaib

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fev
06
2009
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O gênio da lâmpada e a comunicação dirigida

A era da comunicação de massa já era.

Basta ver que termos como “horário nobre” perderam toda a sua nobreza com a evolução das mídias fragmentadas – como internet e celular – em que as pessoas são impactadas a qualquer hora, de qualquer lugar. Assim, o “um por todos” cada vez mais dará lugar ao “todos por um”, fazendo com que ações “focais” se tornem – em tempos de crise – tão importantes quanto as virais. E muito mais rentáveis.

Afinal, o poder passou de uma vez por todas para as mãos do consumidor, cada vez menos receptivo às publicidades “tradicionais”. Ele agora quer interagir com a mensagem, alterar o conteúdo, fazer sua própria versão e convidar os amigos para ver o resultado. Deixou de ser apenas um número nos relatórios de audiência para ter nome e endereço completos. E sentindo sua importância crescer, muitas vezes ousa até desafiar as próprias marcas.

Fico imaginando, por exemplo, como seria a receptividade ao gênio da lâmpada nos dias de hoje. O “consumidor moderno” provavelmente duvidaria bastante da tal mega oferta dos três pedidos. E, principalmente, teria uma imensa dificuldade para engolir aquele discurso genérico padrão – já que, hoje em dia, cada consumidor pode responder aos estímulos de uma forma diferente.

Acho que seria mais ou menos assim:

1. O desafiador

- Nossa, é o que eu estou pensando? Deixa eu esfregar esse troço pra ver se…

- Ó meu amo! Obrigado por me libertar!

- Não acredito! É o gênio da lâmpada!!!

- Eu mesmo, ó meu novo senhor! E em retribuição por ter me libertado de séculos de sofrimento, concedo-lhe o direito de fazer três pedidos, ó meu amo.

- Jura? De verdade???

- Sim, ó meu novo amo e senhor.

- Então, antes de mais nada, me esclarece uma dúvida: por que te chamam de “gênio da lâmpada” se esse troço de onde você sai não tem nada a ver com uma lâmpada?

- Bom, ó meu amo e senhor… na época em que fui aprisionado, ainda iluminavam os cômodos dos palácios com recipientes assim cheios de óleo incandescente…

- Sorte sua: com essa barriguinha aí, você ia sofrer muito mais pra entrar em uma lâmpada incandescente dos dias de hoje… Isso se não te obrigassem a entrar em uma fluorescente…

- Mas, graças ao meu novo amo e senhor, eu…

- Primeiro pedido: para de me chamar assim. Pode ser?

- Pedido concedido, ó meu… brou.

- Isso, bem melhor assim. Agora me esclarece uma outra dúvida: e se eu pedir algo impossível de ser realizado?

- Eu farei o possível e o impossível para poder lhe retribuir o favor, ó meu nego.

- E se for um pedido que você não pode realizar de jeito nenhum?

- Eu posso realizar qualquer pedido, ó meu chapa.

- Ah é?

- Hum-hum.

- Então agora eu quero ver: desejo saber quantos anos tem a Glória Maria.

2. O capitalista

- Três desejos? Posso pedir qualquer coisa, né?

- Sim, ó meu novo amo e senhor.

- Então vamos lá, sem perder tempo. Pedido nº 1: quero que o meu número de pedidos seja multiplicado por 1 milhão.

- Mas, meu amo… Apesar de ser eternamente grato ao senhor, poderei realizar somente três deles…

- Tudo bem, sem problemas. Realiza esse meu desejo então?

- Desejo realizado, ó meu novo amo e senhor.

- Perfeito. Pedido nº 2: quero que todos os meus pedidos sejam realizados em dobro.

- Mas, meu amo… não sei se…

- Não pode qualquer coisa? Não é isso que tá no contrato?

- Sim meu amo, mas…

- Então, não tem o que discutir. Pode realizar, senão te processo.

- Está certo. Desejo realizado, ó meu novo amo e senhor.

- Falta mais um, né? Vamos lá: desejo que, a partir de hoje, eu passe a ocupar o seu lugar.

- Mas, meu amo… aí o que seria de mim?

- Não se preocupe. Você passa a trabalhar como meu assistente e, em troca, te dou 10% dos pedidos realizados. Fechado?

3. O economista

- Só três pedidos?

- Sim, ó meu novo amo e senhor.

- Eu não posso parcelar em mais vezes?

- Creio que não, ó meu novo amo e senhor.

- Mas quando esse valor vai ser reajustado?

- Temo que não haverá reajustes, ó meu novo amo e senhor.

- Hmmm, entendi… Política de contenção de gastos, né?

- Mas o senhor pode pedir o que quiser, e farei de tudo para realizar qualquer um de seus desejos, ó meu novo amo e senhor.

- Então posso gastar só um pedido agora e guardar os outros dois?

- Bom, geralmente eu costumo realizar todos os pedidos de uma vez só, ó meu novo amo e senhor…

- Mas eu preferia estudar melhor o mercado de desejos antes… Analisar todos os riscos com calma, e fazer um estudo mais apurado, sabe? É que você me pegou meio desprevenido…

- Tudo bem, ó meu novo amo e senhor. Se esse é o seu desejo, assim será: faça um pedido agora e realizarei os outros dois quando o senhor assim desejar.

- Legal! Posso pedir?

- Sim, ó meu novo amo e senhor.

- Desejo passar um dia dentro da cabeça do Barack Obama.

4. O desconfiado

- Por que três pedidos? O que eu fiz pra merecer isso?

- Me libertou de uma maldição que me obrigou a passar séculos preso dentro dessa lâmpada, ó meu novo amo e senhor.

- Lâmpada? Que lâmpada? Eu só dei uma chacoalhadinha nesse suporte de molho de salada para ver se ele ainda tava cheio…

- Mas esse seu gesto acabou com minha interminável agonia, e agora me sinto obrigado a retribuí-lo, ó meu novo amo e senhor.

- Que papinho mais estranho esse, hein? Me chamando de “amo”, querendo me agradar…O que você tá querendo em troca, hein?

- Não quero nada. Quero apenas realizar três dos seus desejos como forma de gratidão por ter me livrado dessa maldição, ó meu novo amo e senhor.

- Isso tá me cheirando a golpe… Quando a esmola é muita…

- O que eu posso fazer para provar que desejo apenas gratificá-lo, ó meu novo amo e senhor?

- Você jura POR DEUS que não vai pedir nada em troca? Jura?

- Posso jurar por Alá, ó meu novo amo e senhor.

- Então ajoelha aqui na minha frente e jura.

- Mas, meu amo… eu não tenho pernas…

- Sabia! Impostor sempre tem umas desculpinhas esfarrapadas.

5. O sádico

- Ó meu novo amo e senhor! Em retribuição por ter me libertado de uma maldição que me condenara a séculos de sofrimento, concedo-lhe o direito de realizar três desejos.

- Três? Precisa não. Um só já é suficiente.

- Como quiser, meu novo amo e senhor. E qual seria esse desejo?

- Quero que você volte lá pra dentro.

6. A masoquista

- Ó minha nova ama e senhora! Em retribuição por ter me libertado de séculos de aprisionamento, concedo-lhe o direito de realizar três desejos.

- Muito obrigada querido, mas só quero uma coisinha simples…

- Assim como desejar, ó minha nova ama e senhora. E qual seria esse único pedido?

- Me bate!

Ou seja, brincadeiras à parte, a marca que não fizer comunicações dirigidas para cada um de seus públicos estará condenada à pior das maldições: ficar esquecida para sempre.

E não precisa ser nenhum gênio para chegar a essa conclusão.

Fonte: webinsider
Autor: Eco Moliterno

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