abr
04
2011
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Quatro enganos sobre o marketing em mídias sociais

Com o crescimento das ações de relacionamento em mídias sociais, surgem vários mitos e ideias erradas. Muitos empreendedores que não tem muita familiaridade com as redes acabam caindo nessas armadilhas e prejudicando seus negócios. Abaixo, desmistificamos algumas dessas concepções:

1) É grátis: Os custos de uma campanha de mídia social podem ser menores do que de mídia tradicional, principalmente com as muitas ferramentas grátis. Mas, mesmo assim, eles existem. Para uma ação em redes sociais a empresa precisa, por exemplo, de um site e de uma agência ou de profissionais especializados que vão planejá-la e gerenciá-la. Tudo isso precisa entrar no orçamento.

2) Rapidez: Os resultados de mídia social raramente são obtidos a curto prazo. O papel desse tipo de iniciativa é criar relacionamentos e atribuir valores à marcas e empresas. Isso leva tempo para obter um resultado efetivo. O segredo é ser persistente.

3) Inexistência de regras: Por acreditar que não existem regras, ou por não conhecerem direito as ferramentas, muitas empresas fazem ações e divulgam conteúdo de forma errônea. É indicado entender o funcionamento e as formas de comunicação nas diversas redes antes de começar uma atuação efetiva.

4) Não se aplica ao meu negócio: Isso é verdade para poucas empresas e raríssimos nichos de mercado. A grande maioria das organizações pode – e deve – ter atuação nas mídias sociais. O desafio é encontrar seu público segmentado, no grande emaranhando de conversas.

Os blogs Smart Insights e Social Media Today listaram vários outros mitos sobre o marketing digital. Confira clicando aqui e aqui.

Se você está interessado assunto Mídias Sociais, não deixe de ler o post “Monitorar a Marca é Essencial nas Redes Sociais“.

mar
25
2011
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Monitorar a marca é essencial nas redes sociais

Monitorar a opinião dos consumidores é essencial na internet

“Os consumidores estão conversando sobre a sua empresa, com ou sem o seu envolvimento na discussão”. A afirmação é do livro “Customer Service: The Art of Listening and Engagement Through Social Media” (em tradução livre: “Serviços para o consumidor: a arte de ouvir e engajar por meio da mídia social”), do relações públicas Brian Solis.

A afirmação ilustra uma das bases da mídia social: a conversação. Pessoas conversam sobre marcas e produtos desde sempre. Com a internet e a popularização das redes sociais, isso fica potencializado e atinge muito mais consumidores. Por isso, uma impressão, uma reclamação e um elogio vão ser repassados muito mais rapidamente do que pelo boca a boca tradicional.

Mesmo as marcas que não desejam ter uma presença virtual como geradoras de conteúdo precisam monitorar o que está sendo dito na internet. Os consumidores já entenderam que esses diálogos informais podem gerar bons ou maus resultados para a empresa em questão. Entenderam também que reclamando na internet vão conseguir resolver problemas com muito mais agilidade do que se procurarem o caminho tradicional de atendimento, que geralmente é muito burocrático.

É aí que entra o monitoramento. Monitorar o buzz, ou seja, a conversação sobre uma marca ou produto é essencial para descobrir o que consumidores falam e descobrir possíveis reclamações que podem gerar uma crise de imagem.

Feito isso, é necessário identificar pontos críticos e entrar em contato com os clientes. Nenhum cliente deve ficar sem resposta: mesmo que seja difícil resolver o problema dele imediatamente, é indicado o envio de um retorno, pelo menos para avisá-lo que a empresa leu a reclamação e vai tomar as providências necessárias.

O monitoramento e a identificação de pontos que podem gerar uma crise são essenciais para qualquer marca. Um consumidor insatisfeito vai espalhar para toda a sua rede de contatos. Mas alguém cujo problema foi resolvido com rapidez e eficiência vai falar bem da empresa para esses mesmos contatos.

Se você gostou deste post, vai gostar também de “O Consumidor na Era da Internet“.

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mar
22
2011
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LinkedIn tem 3 milhões de usuários no Brasil

O LinkedIn, rede social especializada em contatos profissionais, atingiu a marca de três milhões de usuários brasileiros, apresentando um crescimento de 428%. A notícia foi divulgada hoje por Jonathan Lister, diretor para América Latina e Canadá, em um e-mail enviado a todos os usuários do país.

A empresa anunciou também que chegou à marca total de 100 milhões de perfis pessoais. A companhia foi fundada em dezembro de 2002 e o site foi ao ar em maio de 2003. Apesar de ter demorado seis anos para atingir a marca de 50 milhões de usuários, dobrou esse índice em apenas um ano e meio. Além do Brasil, os países onde a rede mais cresce são o México e a França.

Além da possibilidade de estabelecer networking para buscar novas oportunidades na carreira, o LinkedIn também é uma boa ferramenta para estabelecer contatos Bussiness to Bussiness. Porém, é necessário ter em mente que, mesmo falando em nome de uma empresa, é preciso ter uma identificação pessoal: sua estrutura é organizada de forma a não permitir interação por meio dos perfis corporativos. A intenção é justamente incentivar o diálogo das pessoas.

Procurando contatos nos lugares certos – amigos de amigos, grupos especializados por área de atuação e perfis de companhias -, o LinkedIn pode ser uma excelente plataforma para novos negócios e parcerias.

Abaixo um infográfico divulgado pelo blog Mashable com os últimos números do LinkedIn.

 

mar
15
2011
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O consumidor na era da internet

O Dia do Consumidor, comemorado hoje, movimentou o comércio eletrônico com descontos especiais para celebrar a data. Mas será que todas as empresas adotam políticas que realmente favorecem seus clientes?

As redes sociais abriram novas possibilidades para a integração entre consumidores e corporações. Elas trouxeram mais proximidade para essa relação, fazendo com que os clientes tenham mais canais de comunicação com as empresas.

Os empresário e gestores devem ficar atentos para que o consumidor seja sempre prioridade nas redes sociais, usando-as como ferramentas de relacionamento, não como uma maneira de apenas anunciar seus produtos. Um cliente bem tratado e que tem identificação com a marca é um primeiro passo para a que a marca tenha uma boa imagem na internet.

As empresas precisam estar prontas para atender seus clientes o mais rápido possível quando postarem alguma crítica ou dúvida no Twitter, no Facebook e em outras plataformas. Outro ponto importantíssimo é não buscar medidas judiciais contra alguém que divulgou um comentário ruim, mesmo que isso tenha gerado muito buzz negativo. Uma medida mais eficiente é tentar reconquistar a confiança do consumidor que iniciou o ruído por meio de um diálogo transparente e ações eficazes de comunicação.

O novo consumidor já tomou consciência desses canais de diálogo e cobra cada vez mais das empresas no meio virtual. Atender com prontidão e não desrespeitar o cliente é um dos passaportes para o sucesso de uma empresa nas redes sociais.

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